sexta-feira, 21 de julho de 2017

Borrifei-me tanto para vocês!

Ontem sabia perfeitamente que era "o meu dia" de fazer posts. A Joana e eu gostamos muito de escrever, mas levamos isto do blogue a sério - ambas gostaríamos que, um dia, fosse a nossa principal ocupação profissional, digo eu - e, por isso, temos uma espécie de organização interna em que, em princípio, cada uma fará um post por dia. Ontem era o meu dia de fazer um post à noite (e hoje de manhã também por compensar outro dia), mas não quis saber menos de vocês. 

A Irene costuma ficar com o pai à sexta e dormir na casa dele, mas tinha um aniversário ontem. De uma amiga minha da faculdade. Daquelas raparigas que tinham uma vibe demasiado cool para se conseguir gostar delas mas que, depois de a ter conhecido melhor, passei a gostar dela. Não somos muito próximas diariamente, mas acho que sempre nos respeitamos e admiramos mutuamente. Sempre quis mais dela, mas creio que somos as duas muito independentes à sua maneira. Acho que chegou a nossa altura, Susana. :)

Era o meu dia de folga. Muito cansada, deitei-me no sofá até chegarem as compras online e adormeci. Só quem tem gatos percebe o que é adormecer com a areia deles por limpar. É estar a sesta toda com a sensação de que estamos a dormir lá dentro. Foi terrível. Devia ter limpo aquilo primeiro. 

Adormeci, acordei com as compras - só vieram metade das compras, que nervos - e, rapidamente, depois de um banhinho, dei uma segunda demão na maquilhagem. 

Aqui vou eu rumo à Calçada do Duque. Só conhecia a aniversariante e outra amiga da faculdade, a Mónica. Não conhecia mais ninguém do grupo e eram só mulheres. Fico sempre nervosa. Primeiro, por ser uma pessoa nervosa no geral, mas nunca me senti muito confortável perto de mulheres. Insegurança, sim. 

Senti, porém, que era um ambiente seguro. Os 30 são uma idade muito mais calma nisto do território. Estavamos todas lá porque a Susana fazia anos e estavamos todas com vontade de ter uma óptima noite - nota-se muito que não estou acostumada a ir a aniversários e jantares de grupo? 

Juntou-se um grupo em que cada membro tinha mesmo o seu interesse e a sua personalidade. Adorei conhecer cada uma das mulheres daquele jantar. Talvez tenha falado demais, mas é como diz um amigo eu: "eu sou passeada". Tenho muita energia e, quando saio, extravaso. 

Não me senti julgada. Tive uma das melhores noites que me lembre e apetecia-me que este jantar se tornasse uma espécie de de tradição. 

É bom sair. Com mulheres. Jantar. A uma quinta.

Borrifei-me para vocês. Escrever um post não podia fazer parte dos meus planos de ontem, mas a verdade é que me fartei de falar de vocês na mesma, quais são os meus objectivos com o blog, o que vos quero passar e o quanto gosto de sentir que ajudo muitas de vocês a se sentirem menos sozinhas. 

Isto é: borrifei-me para vocês mas não quer dizer que não vos ame.

Não tiramos nenhuma fotografia de grupo, mas fica aqui uma tirada à socapa pela Mariana que faz com que ou este jantar tenha mesmo existido ou eu tenha ido a um restaurante aleatoriamente e tenha pedido para me tirarem uma fotografia tentando enquadrar um pouco de couscous vegetariano. 



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Inventam tudo! #17 - Verniz que sai com água e sabão!

Não sei se já ouviram falar, mas eu já encomendei para a Isabel aqui: um verniz que sai com água morna e sabão (ou no banho, portanto).

Quando estive em Paris a saber todas as novidades de puericultura no encontro de bloggers, apresentaram-me estes vernizes da Nail Matic (deram-me um lilás). A Isabel ficou radiante! Agora descobri que já há cá, na Lolla Kids

Se têm filhas, sobrinhas, filhas de amigas pirosas como a minha (acho que todas passam por essa fase), já sabem que é uma prenda muitoooo gira. É fácil de aplicar, rápido a secar, não tem Ftalatos, é feito à base de água, não mancha. 



Eu não era grande fã de vernizes em crianças, mas lá tive de me render. C'est la vie. :)

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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Fartam-se de inventar m*rdas, mas e isto?

Ah, sim, vamos inventar berços que se embalem sozinhos e incubadoras na sala de jantar (até parece uma ideia engraçada haha), mas não nos vamos focar naquilo que é mais importante e essencial: 

UMA MÁQUINA QUE ENCONTRE BONECOS PERDIDOS PELA CASA.

Já perdi conta (não que alguma vez tivesse começado) às horas que já perdi à procura da porcaria do coelhinho e ontem, da porcaria do mocho da Playmobil. A partir de agora, todos os brinquedos da Necas terão mais de 1 metro e meio. 



Ontem ela fartou-se chorar porque não encontravamos o mocho (já não é a primeira vez que o perde, Grr) e eu fiquei petrificada por não saber o que fazer, um bocadinho como aquelas cabras que se fingem de mortas quando têm medo. "Ui? O que faço agora?" Tenho uma filha que tem convulsões febris e eu consigo agir, mas quando perde o mocho, só me apetece desaparecer, haha. Isto, claro, depois de termos procurado as duas durante meia hora. 

Já sei que vão dizer que sou muito stressada, gosto de pensar que estou atenta ao que considero important. 

Pensei: 
  • Se lhe der outro brinquedo para a distrair, mais tarde irá lembrar-se do mocho e não poderei voltar a fazer o mesmo. 
  • Se disser "não chores" estou a impedir que uma emoção perfeitamente plausível tome lugar até porque chorar é bom, é uma reacção e não o probleama. 



Já sei: 

Vou dizer que a compreendo, que deve estar mesmo triste. Que já perdi coisas minhas e que também fiquei zangada e triste. Abracei-a muito. Mudei-a de divisão e ainda falamos sobre o sucedido e sobre ter cuidado com as coisas de que gostamos. Aos poucos foi parando de chorar e pediu o coelhinho (que sabia onde estava, vá). 
  • Ofereci-lhe o meu colo e ficamos um pouco ali juntas até ela dizer que tinha fome e fomos jantar. 
  • Ficou resolvido o assunto do mocho. Ela já sabe que "desapareceu", apesar de estar lá em casa. Ainda hoje quando disse que tinha uma surpresa para ela, essa foi a primeira hipótese, mas lidou com isso. Gosto de pensar que chorou tudo. 

É como eu agora. Não ando a chorar, mas não vale a pena estar a distrair-me com milhares de coisas para fugir às minhas emoções, para não me aperceber de que já não estou acompanhada. É lidar com isto e não empanturrar-me de ocupações e de coisas. 


Demorei a reagir, mas estou contente com a forma como lidamos as duas com o assunto. Agora, provavelmente, o mocho estará dentro da barriga de um dos gatos ou no aspirador.


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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Papa com elas (e para mim também)!



No outro dia, no regresso a casa de um fim-de-semana fora, vinha na viagem a pensar no que faria para jantar. Já sabia que ia ser difícil tê-las bem-dispostas depois de uma viagem de Aveiro até Santarém em que vinham a dormir. Já sabia que ia ser bem complicado conseguir fazer uma refeição de jeito sem que me pedissem colo, atenção, e ainda dar banhos e todas as tarefas do costume e já era tarde. Estava sozinha com as duas. Deu-me a preguiça e pensei: “Comeram sopa ao almoço, comeram bem, por que não faço uma papa fácil, rápida e nutritiva?”
 
Tinha em casa de certezinha MAIZENA, uma das minhas papas de infância, que a minha mãe tem sempre na despensa para mil e um pratos, sejam eles doces ou salgados. Achei que a Isabel fosse torcer o nariz e a Luísa também não é a maior amante de papas e já tinha o plano B pensado. Mas a mim apetecia-me tanto Maizena com uma casquinha de limão e canela (que memórias boas, meu Deus!) que decidi arriscar. E não é que correu bem? Mais que bem! Adoraram! Achei até uma parvoíce não me ter lembrado mais cedo: não tem açúcares (e já sabem o que penso das papas de compra), não tem sal, não tem glúten, podemos personalizar e adicionar a fruta que quisermos e a melhor parte é que é 100% natural!
 

A MINHA RECEITA (3 pessoas)
5 chávenas de leite (podem usar de vaca ou qualquer bebida vegetal)
8 colheres de s. de farinha Maizena
Casca de limão
Pau de canela e/ou canela em pó
2 colheres de mel ou 2 colheres de açúcar de côco
1 ovo [é um extra: uso uma gema para ficar ainda mais nutritiva]

PREPARAÇÃO
- Dissolvo a Maizena em duas chávenas de leite frio e reservo
- Coloco num tacho ao lume o restante leite, a casca de limão, o pau de canela e o mel/açúcar de côco (no nosso caso, se for para a Luísa também, misturo apenas já na taça, porque a da Luísa não leva)
- Adiciono o leite com a maizena no tacho e vou mexendo bem
- Numa taça com a gema batida, vou pondo umas colheres do preparado quente e mexendo vigorosamente, para o ovo não cozer
- Adiciono então o ovo ao tacho e deixo ferver até obter a consistência desejada.
[Se não quiserem usar ovo, é só passar essa parte à frente :) ]

PODEM DECORAR com:
Canela apenas (a minha preferida)
Sementes, lascas de côco, mirtilos e framboesas
Banana e morango
Pêssego, kiwi, amêndoas laminadas torradas
Puré de maçã e canela (a Luísa adorou assim e não juntei açúcar na dela).

A ajudar-me



Que bonitas ficaram!

A da Luísa com puré de maçã e canela

Esta leva manga, granola caseira e mel








Outra opção: lascas de côco, pêssego, canela e raspas de chocolate 92% cacau.

É BOM DEMAIS, minha gente.
(Se há coisas que vale a pena herdar das nossas mães e avós, a papa Maizena é uma delas)


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terça-feira, 18 de julho de 2017

A Mãe dá - Bilhetes para o teatro!

Ora então no verão é só praia e piscina, parques e piqueniques? Na na ni na não. A Mãe e a Byfurcação têm bilhetes para irem ao teatro com os putos este fim-de-semana! 

Duas peças: O Principezinho e João e o Pé de Feijão


João e o Pé de Feijão
Museu Nacional de História Natural e Ciência

  • 1 bilhete duplo para Sábado às 16h
  • 1 bilhete duplo para Domingo às 11h
  • 1 bilhete duplo para Domingo às 16h 

"Em todas a sessões oferecemos a todas as crianças um pequeno embrulho com feijões para poderem plantar em casa e se nos enviarem à posteriori a foto do feijão já crescido para que ofereçamos um convite para o espectáculo da temporada de inverno."

Sinopse: João e o Pé de Feijão é um conto de origem inglesa, amoral e controverso.
Nele se retrata a aventura de um rapaz que vivia com a sua Mãe e que por não terem o que comer, têm de vender a vaca Malhadinha, único sustento da família. No caminho para a feira encontra um feiticeiro que lhe oferece 5 feijões mágicos, em troca da vaca. Daí para a frente as aventuras de João sucedem-se, até que acaba por roubar um gigante de uma forma impune. Desde uma galinha que põe ovos de ouro, até uma harpa falante, todos os elementos são envolventes para o público mais pequeno.
No final da estória, João e a sua Mãe arrependem-se, da ganância, da avidez, prometendo não voltar a usar meios pouco convencionais para obter riqueza.
Assim como na época, o tema e a moral foram contestadas, também este espectáculo para a infância pretende abrir o conto a novas leituras e interpretações. O jogo teatral é lúdico e apelativo, sobretudo para os mais pequeninos, que são transportados para o mundo de João onde se apela à imaginação e participação.


O Principezinho
Parque da Liberdade em Sintra 

  • 1 bilhete duplo para SEXTA FEIRA às 21:30


Depois de vários anos a encenar este espectáculo, tendo já contado a Byfurcação com mais de 17000 espectadores, este Verão o Parque da Liberdade recebe com um cenário único à escala real as aventuras deste menino que descobre com um aviador que queria, também ele, ser um menino, que o essencial é invisível aos olhos. Um espectáculo para miúdos, mas sobretudo, para graúdos, numa grandiosa encenação.


Como participar? 


- Comentar o post no FB, identificando 2 amigos e dizendo para que peça quer os bilhetes: Principezinho OU João Pé de Feijão
- Fazer like na página da Byfurcação

- Fazer like na página d'a Mãe é que Sabe


(só podem participar uma vez)


Os vencedores serão encontrados por random.org e o resultado anunciado em comentário no post no FB no dia 20, esta quinta-feira. Depois, os vencedores terão de enviar email para amaeequesabeblog@gmail.com para vos pormos em contacto com a Byfurcação.



BOA SORTE!




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A minha filha merece uma exposição no Tate.

Corro o risco de parecer aquelas mães maluquinhas que vêem logo pequenos génios têm eles 12 dias de vida e fizeram um cocó em forma de caracol ou bolçaram para o colchão e ficou um Pollock. Nada disso, as minhas filhas são perfeitamente normais, com imenso talento para desarrumar e para danças contemporâneas no chão enquanto fazem birra, além de atingirem agudos que nem a Maria Callas conseguia atingir.

Vá, tinha de fazer esta introdução para não parecer demasiado contentinha por ter uma filha que parece gostar muito de fotografar (sim, todos gostam, regra geral). Tenho um medo que me pelo de lhe emprestar a minha Canon, mas a miúda fica tão entusiasmada, mesmo quase não aguentando o peso da dita, que eu não lhe consigo dizer "não". Claro que não tem noção de enquadramento, é tudo ao calhas, mas eu olho para tudo isto com ternura (menos quando me enche um cartão inteiro com fotos de garfos e eu fico sem espaço para o resto). 

Vejam lá se, a preto e branco, não poderiam estar numa exposição num Tate Modern? Hã hã? Ah pois é. Já vi coisas com menos interesse. (ahah)
[Estou a gozar]

Sister.


Smiling father.


Light.

Mother and child.

(a mãe já vai)



Reflexos.

(meio copo de água)

Inexpugnável.

(ahah)
Garfo e caroços de azeitona.

Fotografias: Isabel Brás da Silva
Edição: Joana Paixão Brás

Ler também: Já dormem as duas juntas.



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O pior quando estão doentes.

Não estou já nesta onda negativa, mas quero aproveitar a minha experiência para também resumir um bocadinho o que se passa, se calhar, com todas nós. 

A Irene esteve doente recentemente - ainda está a melhorar - e estive o tempo todo a pensar na quantidade de coisas que me enerva ou que me deixa triste. Claro que, pondo já de parte a questão de os ver doentes e de nos sentirmos impotentes. 

- O Brufen lhe arder na língua 

Ou a miúda tem a lingua geográfica como eu ou então passa-se alguma coisa com o brufen porque até já experimentei misturá-lo n um puré de fruta e ela dá sempre conta. Há algo no Brufen que lhe pica a lingua. 

- Ser super intrusivo pôr supositórios

Não acredito como é que a alternativa ao xarope é dizer "vá, tem que ser" e por-mos-lhe algo no rabo e termos que apertar as nádegas. Nunca me sinto confortável com esta situação. Claro que me salva a vida quando ela acabou de ter uma convulsão, mas nem aí gosto muito. Tenho más recordações e o acto em si é terrível, parece-me. 

- A treta dos paninhos tépidos

O terror de ter que lhes por os paninhos nas axilas ou na testa para baixar a febre. Não consigo. Imagino-me com aquela temperatura toda a obrigarem-me a mergulhar numa piscina. Não faz sentido. Baixo a temperatura do corpo artificialmente, mas o corpo continua a precisar da febre alta, ajuda em quê? Mais depressa a ponho no banhinho em água morninha e vai esfriando... 

- Ter que acordar para dar antibiótico

Aqui não há grandes hipóteses, é assim que funcionam. Tem que se dar os antibióticos a horas, mas caramba. Os miúdos já estão doentes, estão a descansar e além de termos que os acordar... ainda é para despejar um líquido cheio de coisas pela guela abaixo... 


- Não conseguirem respirar

Dormi com ela desta vez, na minha cama, com ela doente. Ouvi-los sem conseguirem respirar e sem podermos fazer grande coisa, a não ser levantar a cabeceira, acordar para assoar, por umas gotinhas. Que nervos. 

- Ela não conseguir mamar

Na altura em que tenho ainda mais vontade de a ter contra mim, de lhe dar miminho (à nossa maneira - claro que há outras) ela não consegue respirar. Por isso dá duas mamadelas, fica irritada e desiste. 

- Não comer

Eu quando tenho febre também perco o apetite, mas não os ver a comer é aflitivo. Não obrigo, ponho-me no lugar dela. Porém, além de a ver tão cansadinha e doente, vê-la emagrecer aos meus olhos ou pegar-lhe no pulso e já não sentir tanta xixa, deixa-me... de rastos também. 

- Ter que ficar em casa

Adorava haver uma hipótese das crianças com febre poderem andar num sítio qualquer e poderem brincar com outros meninos sem se contagiarem uns aos outros. Como se a vida continuasse com a hipótese de ser igual, mas mais calma. Sem prejudicar os outros bebés, claro. Nunca poria a Irene com febre ao pé de outras crianças. 

- Ter que lidar com a merd* dos bitaites

Já não chega termos o coração nas mãos, estarmos sempre alerta, estarmos a dar o nosso melhor em tudo e ainda temos de defender as nossas posturas perante terceiros. O papel de quem nos ama ou apoia, nestas alturas deve ser para nos sossegar e apoiar e não para discutir seja o que for. Eu, mãe de criança com convulsões febris, não dou antipiréticos sempre que passa dos 37º. Dou sempre que a vir muito desconfortável porque febre não é doença, é sintoma e a febre é a maneira como o corpot enta resolver o problema. E mesmo com o efeito de antipiréticos há convulsões, não impedem minimamente que tal aconteça. Simplesmente prolongamos a doença neles e anulamos a reacção natural e positiva do corpo. Porque "a mãe é que sabe" mas também pode estar enganada, nestas alturas passa-se a informação e sai-se de cena e não se incomoda mais. 

- Ter que fazer relatórios a toda a gente

Percebo perfeitamente que toda a gente queira saber como estão os netos, bisnetos, filhos, sobrinhos, primos...  mas aqui pelo meio existe uma mãe que está preocupadíssima, a fazer malabarismo para conseguir brincar, cozinhar, tratar, mimar uma criança (no meu caso que, quando a Irene está comigo, sou só eu ainda pior). Se puderem falar uns com os outros sempre é mais fácil ou, então, ter paciência, calma e compreender. 

- As limpezas ao nariz e a negociação dos medicamentos

Estes procedimentos super desconfortáveis não tornam as coisas melhores, sniff. 

Pronto. Apeteceu queixar-me. Já me sinto melhor. Mais alguma queixa? 

✩✩✩✩✩✩✩✩✩✩

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