sexta-feira, 26 de maio de 2017

Não estou preparada para ficar sem ela!

Não estou. Dei-me um tempo mental de um ano para começar a procurar trabalho em part-time, para além do blogue, mas a verdade é que não quero deixá-la já. Eu, que sempre disse que não conseguiria ficar em casa com filhos por precisar do meu espaço, do meu tempo e do meu trabalho. Eu que adoro estar com adultos.

A verdade é que estou demasiado apaixonada, demasiado envolta nesta esfera e não consigo (se tivesse mesmo de ser, claro que sim, que remédio). Quando ouço um bebé a chorar no berçário, dá-me um aperto enorme só de pensar que vou estar tanto tempo longe e que ela pode precisar de mim. Sim, estou longe de cortar o cordão umbilical. Sinto que lhe pertenço e que ela me pertence. Sinto que isto é que é natural (para mim) e funciona assim. Já me vejo a alargar o prazo para mais um ano para viver a maternidade e a minha filha em pleno. O tempo passa, ela cresce rápido demais. Eu quero cheirá-la muito, saboreá-la muito... Gosto deste apêgo, deste namoro. Mesmo que às vezes me apeteça deixá-la e pisgar-me (principalmente quando não a consigo adormecer ou faz sestas de caca e eu preciso de fazer alguma coisa concentrada). Mesmo que às vezes me queixe de que me sinto exausta e diga que isto é pior que o Big Brother, 24 sobre 24 horas.

Eu gosto assim e não estou preparada para ficar sem ela!



 








Fofo - Principessa
Colar - Welove Âmbar
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42 comentários:

  1. Então, enquanto o marido trabalhar para todos é aproveitar. Mas depois também não se poderá queixar das consequências disso, não é?!

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    1. Quais são, querida pessoa que apesar de reprovar as minhas decisões, me dá visualizações e por conseguinte valor de mercado para que eu ganhe também o meu e para que possa continuar a ficar perto das minhas filhas? 😙 Tenho de lhe agradecer. Venha muito cá, todos os dias.

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    2. Anónimas que ainda não perceberam que, gostando ou não, este é o trabalho da Joana e que lhe dão a ganhar a vida e que às tantas, atras desses computadorzinhos, ganham bem menos do que elas trabalhando mais horas longe dos filhos! É continuar a aviar, Joana! Quem gosta de si é em bem maior número do que quem não gosta! Estamos cá sempre! Continue a deliciar-nos com a sua escrita, com as suas fotografias que venho cá todos os dias ver-vos!Adoro! Nesta gente maluquinha é cagar e andar.

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    3. A Joana ainda se dá ao trabalho de responder a estas chatarronas? Não vê que assim lhes está a dar a importância que não têm? Irra que até dão nojo. Deixe-as lá, insignificantes, à procura de atenção, à procura de validação e para as escolhas que nem elas sabem se fizeram bem, a chuchar no dedo! Mostre que é superior! E é! Haters são um bom sinal, mas não lhes dê mais do que merecem

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    4. Joana o que a anônima quer dizer , imagino , é que para trás está a ficar a sua profissão e que muitas mães que tomaram uma decisão como a sua lamentam se disso . Tenha lá calma , já leva uns 3 anos de blog , apreenda a relevar .

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    5. Responde com sarcasmo e acho muito bem! As pessoas acham que sabem tudo sobre a vida de quem para aqui escreve e que podem opinar por dá cá aquela palha. Eu sou como a Joana não conseguiria ficar calada! Já pensei muitas vezes se teria estaleca para esta gente, chiça. Faz muito bem em ficar com a pequenina o tempo que puder, se achar que depois consegue voltar mercado de trabalho ou se acha que o blogue a consegue sustentar (não deverá durar sempre...). De qualquer forma não é por dois três anos que depois não apanha a carruagem e estes mais perto de quem ama já ninguém lhos tira! Muitos parabéns pela decisao! Eu não conseguiria

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    6. Anónimo das 10.44 por cada vez que separa a pontuação da frase , desta forma , com espaçamento , morre um golfinho . No Sado .

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    7. Ahahah... pensei que era a única a lamentar a morte dos golfinhos por esse motivo, par a par com aqueles que morrem quando as pessoas escrevem "voçê" 😂😂

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    8. Chiça, na minha primeira gravidez o meu marido tb trabalhou sozinho durante 22 meses. Não dava pra luxos, mas não houve qualquer consequência negativa nisso, aliás, a nossa relação era perfeita, eu estava muito menos stressada, as coisas da casa sempre feitas, quando ele chegava podíamos dedicar-nos exclusivamente ao namoro. Agora que voltei ao trabalho, há sempre coisas a fazer quando saímos os 2 do trabalho, entre banhos e brincar com ela (pra compensar o que não brincamos durante o dia), fazer jantar, arrumar qualquer coisa/passar a ferro chegamos ao fim do dia absolutamente estoirados e muito mais stressados. As coisas não são tão lineares como parecem, sabe. Leve lá o azedume pra outro lado.

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    9. Anónima das 11:25, morri a rir com o seu comentário LOL

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    10. Anónimo das 11:25 , nota se claramente que percebe imenso de pontuação .

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    11. Opá digam-me que o comentário das 15h11 é a brincar 🤤🤤

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    12. E para quem nao gosta de golfinhos?

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  2. Lindo Joana! Tomei a mesma decisão, criei o meu próprio negócio que giro através de casa e posso estar a acompanhar os primeiros dois anos da minha filha. Não quer dizer que resulte com todos mas se estamos mais felizes é o que interessa! Desde que acompanhei de perto o fim de vida de uma grande amiga que deixou dois filhos que percebi que a vida é fugaz e que temos de aproveitar bem todos os bocadinhos!

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    1. Ola la mamã! Também estou com minha filha durante a semana e trabalho em animação musical ao fim de semana e levo a comigo. Podia dizer me en que consiste o seu negocio que gere a partir de casa. Também gostava de me dedicar a gerir um negocio a partir se casa. Pode me mandar informação para ana_isabelsantos@hotmail.com

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  3. Joana, as fotos estão lindas, a Luísa é linda!
    Tenho uma princesa mais nova que a Luisa 7 dias, e essas 2 ultimas fotos fizeram-me lembrar a minha E! Em pé ao pé dos vidros! Haja limpa vidros! :) :)
    Beijinho para vocês as 3!

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  4. Que bom para ela :)
    Possibilidades e vontades dos pais à parte, penso que o ideal é os filhos estarem colados aos pais o máximo tempo possivel (até aos 3 vá). Se depois demorarem um bocado mais a fazer o desapego, se demorarem mais a habituar-se à escola, paciencia. As consequencias a meu ver nem se comparam aos benficios.
    No meu caso fui trabalhar com o meu filho muito pequeno (2 meses), mas foi porque quis, não me sentia feliz em casa o tempo todo. Mas mesmo assim, tenho consciencia que deveria ter ficado mais tempo. Hoje ele tem 2 anos e sinto que o tempo que estmaos juntos é pouco.
    Beijinhos

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  5. Se a vida lhe permite, faz muito bem aproveitar...o tempo passa rápido demais, para desperdiçar esses momentos únicos.

    Isabel Sá
    Brilhos da Moda


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  6. Joana se podes, aproveita. Eu acho extremamente desgastante estar continuamente com eles em casa pois andamos todo o dia a fazer o mesmo, mas como tens o blog, os eventos e todo o trabalho associado, acabas por ter um dia a dia mais dinâmico. Eu vou agora mudar de estilo de vida precisamente para ganhar mais tempo com os miúdos. Vou trabalhar a partir de casa. O marido já sai do trabalho 1h antes de mim, dá para chegar a horas decentes a casa com os miúdos e ainda aproveitarmos para brincar e passear.

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  7. Olà joana. Adoro os seus textos e reveijo-me nas vossas posiçoes. Estou em casa com o meu fiçho desde que nasceu, e pus a minha vida profissional em pausa. Entretanto aos 18 meses voltei a engravidar e a minha dúvida é se devo ou nao pô-lo na creche aos 2 anos. Ele terà 2 anos e 3 meses quando o irmao/irmã nascer. Como foi tua experiência? Achas que conseguirias estar com 2 bebés em casa 24h por dia? Terias tempo para educar/cuidar/estimular uma criança e cuidar de um recem nascido? Achas que fez bem à isabel e à familia estar na creche quando a irmã nasceu? Desculpa tanta pergunta, mas infelizmente ainda nao existe muita gente que opte/possa optar pela materninade a tempo inteiro. E quando falo com amigas em geral nao percebem as minhas angústias pois os filhos estao na creche à muito tempo. Se puderes escrever um post sobre estes temas agradecia... Muitos beijinhos e muita força para as joanas!!

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    1. Olá Catarina. Eu sou mãe de três. A mais crescida no pré-escolar. Os dois bebés em casa comigo. Têm 14 meses de diferença. Quando a bebé nasceu senti que eu ter o bebé mais crescido em casa me aliviava e me tornava tão mas tão mais feliz. Ver a troca de mimos entre eles. E desde cedo percebeu que a bebé tinha de mamar, as vezes aconchegava-se na minha perna para receber festas enquanto a bebé mamava. Nunca deixou de ser estimulado, tanto a parte motora como a intelectual. Começou a falar muito cedo, tem muita destreza com as mãos e a mana tb tem esta estimulação extra por interacção precoce. Nunca sequer ponderei meter o mais crescido na escola e cheguei a ponderar tirar a mais crescida do infantário pq me custava ela não ter o mesmo direito. Mas percebemos que seria assim mais fácil e que a primária lhe custaria menos.
      Um bebé pequenino é uma paixão. Mas vivida essa paixão na companhia de outro filho nosso ainda pequenino é mesmo mesmo um luxo...

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    2. Olá Catarina, eu estou em casa com 3 bebés! Tenho duas filhas com quase dois anos e meio e outra com um ano. Estamos todas juntas desde o primeiro dia e apesar de ser super cansativo eu não trocava por nada! Não digo que é fácil porque tem momentos de loucura total com as três a chorar e a pedir colo. Mas é muito bom ver a relação delas e o quanto a mais nova cresceu rápido para acompanhar as irmãs! Rotinas bem definidas e muita paciência são os aliados para o dia a dia! Parabéns pelo novo bebé e boa sorte com qualquer que seja a sua decisão! :)

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  8. Eu pude ficar com a minha primeira quase 2 anos e não trocava isso por nada! Agora estou grávida novamente e não vou poder fazer o mesmo, vai custar-me horrores... Se podes e tens esse desejo, aproveita, digam o que disserem.

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  9. Ai Joaninha, a Luísa é linda, a Isabel é linda, são umas meninas maravilhosas, mas eu fico um bocado inquieta com estes teus posts, desculpa :( Gosto muito de vocês, das duas, mas identifico-me mais contigo a nível pessoal. Ficar em casa com os filhos tem tanto de difícil como de maravilhoso. É verdade que o tempo não volta e estes tempos em que os nossos filhos são pequeninos são tudo de bom, o nosso coração parece que vai explodir de tanto amor! Há dias muito difíceis, mas é como dizem, "the days are long but the years are short". Mas, se me permites um conselho, não te esqueças de ti, de quem és, do que construíste antes de seres mãe e que tem tanto valor, do teu casamento (desculpa, eu já sei que dialogam muito, mas há coisas que ficam por dizer, enfim, tu sabes). Eu estive em casa 9 meses com o meu bebé e não o trocava por nada. Mas Joana, voltar a trabalhar foi como emergir, reencontrar-me comigo. Tenho a sorte de ter um horário simpático, sair por volta das 16/16:30 e assim ainda conseguir aproveitar muito dia com o meu bebé e digo-te, este equilíbrio foi o melhor para todos, por muito que me tenha custado (e custou, horrores, foi a coisa mais difícil que já fiz) separar-me dele. É o meu testemunho e o que te aconselho, se mo permites, é que arranjes um part-time ou, pelo menos, que ponhas a Luísa numa creche ou ama ou entregue a uma pessoa de confiança pelo menos metade do dia e que nessa metade te dediques às tuas coisas, fora de casa: ao blogue, a algum trabalho, a almoçar fora sozinha ou acompanhada, a ler uma revista sem nenhum ruído à volta. Faz bem, a todos. Cada família tem a sua opção, mas eu estou convicta de que esta é a melhor. Um beijinho e felicidades

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  10. Joana, não trabalho há 7 anos, por opção, tenho 2 filhos, tenho tempo para ir levá-los à escola e às actividades com toda a calma, para ir buscá-los às 16h, para ir ao parque infantil todos os dias, ou à rua brincar, para acompanhá-los sem stresses nos tpcs, para ir às reuniões de pais ou com a professora, e para tratar de todas as tarefas da casa e jantarmos todos juntos a conversar, sem tv. O meu marido não ganha mal mas não é rico. Se gostava de ter mais 600 eur todos os meses, gostava, mas não me tira o sono. Não é o dinheiro para umas férias ou uma roupa ou uns sapatos de marca que me compensa o tempo e a disponibilidade mental que tenho para os meus filhos. Por isso ignore os haters/invejosos. E quanto ao argumento das "consequencias", eu sei lá se amanhã não sou atropelada por um autocarro. Eles crescem, é aproveitar esta fase. De facto esta escolha não é compreendida nem bem vista nem por homens nem por mulheres, em geral, porque hoje em dia é rara, parece que temos que nos justificar. Mas eu acho que tenho uma vida melhor do que se tivesse um emprego a chegar a casa as 19h, e nao ter tempo para nada.

    PS as pernocas rechonchudas da bebé são a maior delícia!

    Paula

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  11. Joana, é tão isto.❤️
    E tendo a oportunidade de ficar com ela, fica. Eu se pudesse faria o mesmo... a menos de 2 meses de regressar, já com uma licença alargada e um mês de férias só me apetece chorar ao pensar que o vou deixar...

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  12. Olá Joana! Identifico-me imenso com a decisão que tomou. Fiquei com a minha bebé em casa até aos dez meses dela e não escondo que queria/quero ficar com ela até ela fazer dois anos (ou três, ou logo se vê). Recomecei a trabalhar há uma semana. Sinto-me contrariada. Sempre. A minha filha está a acabar a adaptação ao colégio, tento ao máximo ir buscá-la o mais cedo que consigo e quero que ela fique em casa comigo os dias que não trabalho. Mas custa-me. Muito. Queria acompanhar os primeiros anos dela, aborvida no namoro que tão bem descreveu. Hoje em dia é difícil os outros aceitarem a opção de ficarmos em casa com os filhos, parece que vêm isso como um retrocesso ao muito que as mulheres conseguiram. Eu vejo como uma opção, uma das muitas que cada uma pode tomar (se querem ir trabalhar mais cedo, se querem amamentar ou não, etc) e todas elas estão certas, se for isso que cada uma quiser. Há Mães que querem ficar em casa com os filhos. Por favor, aceitem essa opção, tão válida quanto as outras. A verdadeira conquista de uma mulher é poder decidir o que quer fazer, como fazer. Respeitem. É uma decisão tão válida quanto as outras. E não rotulem, por favor. Parece que, quem toma uma decisão destas tem de estar a passar por uma depressão ou outra situação qualquer. Não. É apenas uma decisão. E cada uma sabe de si e dos seus. Um beijinho, Ana

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  13. A verdade é que há muitas mulheres que invejam a vida da Joana e poder estar a fazer o que mais gosta tomar conta das filhas. Nos Estados Unidos é a opção da maioria das mães por cá como os ordenados são miseráveis só um não sustenta a casa. Porque muitas gostariam de fazer o mesmo.

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    1. Acho que é triste (e não é inveja) que em 99% dos casos seja sempre uma escolha da mãe e não do pai. É sempre a mãe que deixa de trabalhar X anos (para sempre?) para ficar com os filhos em casa. Assume-se sempre que quem continuará a ser o "provider" é o pai.

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  14. Absolutamente de acordo com o/a anónimo/a das 21:34. Aliás, eu própria sinto uma pontada de inveja. Quem me dera ter podido continuar com o meu bebecas em casa. Ainda assim ainda consegui aguentar com ele em casa um anito. Mas a partir daí já tive mesmo de me "fazer à vida" e ir trabalhar. Custou-me tanto! Chorei horrores de saudades e culpa! Se pudesse ter ficado mais um ou dois anos com ele em casa, nem pensaria duas vezes. Joana, se pode e se sente bem nesse chamego, please please fique com a pequenota em casa 😉

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  15. Olá! Revejo-me no texto da Joana. Também tive oportunidade de tirar 1 ano (em acordo também com o marido) para ficar com a minha filhota em casa e digo que não trocava por nada deste mundo!
    Ainda agora não estou a trabalhar a full time e consigo aproveitar ainda bastante tempo com ela...são momentos que ficarão para sempre connosco no nosso coração ❤️

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  16. Olá Joana, a minha filha tem 16 meses e pude ter este nosso pequeno luxo de ficar em casa com ela, mas a vida financeira apertou e em setembro já vai para a creche, e olhe eu sou educadora e escolhi tudo ao pormenor. Desde que fiz a inscrição todos os dias á noite quando me deito entro numa tristeza enorme... Choro baba e ranho e imagino tudo o que é mau..
    Mas depois o meu marido ajuda me a recordar o que poderá ser bom ��
    Custa imenso, acredite.

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  17. Minha querida estou com a minha filha desde que ela nasceu. Tem hoje 6 anos e mais feliz e realizada não poderia ser. É o trabalho mais importante da minha vida e olhe que sou professora. No entanto escolhi a minha filha, porque posso financeiramente e, portanto, pareceu-me um completo absurdo colocar a minha filha ao cuidado de estranhos umas 8 horas por dia. Se puder e se sentir bem com essa decisão é o melhor que faz pela sua menina.

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  18. Comentem, riam, chorem, matem-se... Filho? A maior felicidade de uma mulher ... mãe. Dão, por vezes, vontade de fugir a sete pés, mas são uma alegria, é o meu é a única coisa capaz de me fazer parar, esquecer o trabalho que é um stress diário e ser feliz a brincar, a cuidar, a viver, as vezes só a olhar!!

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  19. Queria tanto...❤ Aproveita mesmo bem esse tempo sem qualquer "arrependimento", pois é assim mesmo que deveria ser....dói tanto passarmos o dia sem eles...ainda que a gente goste tanto de trabalhar.... não há maior prioridade do que sermos mães.

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  20. Trabalho em casa por opção e embora haja dias de loucos em que levo 8h a fazer o trabalho que sem o meu filho faria em 2h mesmo assim não me arrependo nada da minha decisão!não ganho o mesmo do que se estivesse a trabalhar "fora" mas a vida é tão mais do que isso! E sim eles crescem assustadoramente depressa e quero aproveitar estar com ele o máximo possível principalmente enquanto ainda é tão pequeno

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  21. Joana, tive a "sorte" de cair no cliché da grávida e um pessimo timming para engravidar (acharam eles..) e com isso tive a oportunidade de ficar em casa com a Madalena 7 escassos meses! E garanto que foram os melhores 7 meses da minha vida...por mim continuava mas infelizmente mais 600€ ca em casa fazia toda a diferença...entretanto la mt contrariada fui trabalhar, deixa.la no colegio para ter q ir trabalhar para pagar a alguem para tomar conta da minha filha foi das coisas q mais q custou na vida!!e ainda custa... Mas ate tinha um bom horario e conseguia mesmo assim ir po.la e busca.la ao colegio. Recentemente mudei de trabalho e saiu de casa as 7:30 e volto e so volto as 19:30. Quando chego ja a encontro de banho tomado e de pijama. So tenho tempo para lhe dar de jantar brincar o mais q consigo pois ao final do dia ja esta cansada sem grandes paciencias para brincar, so quer muito mimo e muito colo, sinto q a minha bebe sente a minha falta, uma muda de fralda e cama. A Madalena tem 16 meses e eu estou a ver q ela está a crescer a velucidade da luz e eu ando a trote o mais q posso para tentar acompanhar o crescimento dela...tenho muitas saudades de dizer q deves em quando sentia falta de ter tempo para mim, hj pagava o q fosse preciso para poder ter o tempo todo so para ela! Por isso aproveita, se podes, então força!! Aproveita por ti, pelo teu marido, pela mana e pelo piriquito, aproveita por todas nós que nao conseguimos ter essa sorte e que temos de ir trabalhar..o importante é q in the end of the day, acharmos que aceites pela sociedade ou nao, estamos a dar o melhor de nos! Um beijinho e continua neste blog q é um maximo e que tanto adoro! Parabéns Joanas ❤

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  22. Olá Joana,
    Já ouvi falar dos (supostos) benefícios do ambar, mas há algo que não posso ficar indiferente: um colar numa criança tão pequena. É tão desaconselhado... :( Por ela poder puxar e comer as peças pequenas, por apertar de algum modo (por uma peça qualquer entre o pescoço e o colar) e muitas outras situações que desvalorizamos e que acontecem.
    Mesmo que ela se esqueça que o tem. É uma questão de segurança...

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  23. Parece que o seu texto foi escrito por mim...não consigo deixa-la. Resolvemos que ficarei com ela até ter 2 anos mas para isso tenho que aceitar ajuda dos meus pais..custa-me. Dou voltas à cabeça a pensar num meio de ganhar dinheiro em casa podendo cuidar dela mas não chego a lado nenhum:( Adoro cuidar dela,namora-la..quero ver o crescimento acontecer e não que me contem como foi...

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